quinta-feira, 15 de abril de 2010

Fim do dia

Depois de um dia de trabalho intenso, de uma semana na correria para que as coisas deem certo, nada como chegar em casa, deixar a água levar pelo ralo toda essa poeira de cansaço acumulada na semana, e fazer aquilo que a gente gosta - o que, no meu caso, significa ler, ouvir música, e às vezes escrever...

Remissão

O dia termina de pernas cansadas

O dia com suas varizes profundas

A agenda vestida de náufragas horas

E à tona das horas, uns versos que bóiam

À tona dos dias, canções se recordam

À tona de mim, solidões que se acolhem



(Poema de Kalliane Amorim)

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